Pesquise - Não use acento nas palavras para pesquisar
sexta-feira, 13 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
11 de junho de 2008
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Adivinha??? Hoje é meu aniversário!!!
sábado, 7 de junho de 2008
Saquinho para Guloseimas!!!
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Uma gracinha e sai bem baratinho gente!!!
Jogo da Velha - Festa Junina!!!
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Adorei a idéia da Vanda... Faça o seu também!!!
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Marcadores HK
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Pra quem é fã, tem coisas lindas dela lá na Rita!!!
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Presentinhos da Jacirinhaaaaaaaaaa!!!
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Eu ainda estou pasma!!! Petrificada com tanto amor e carinho neste mundo virtuall!!!
Olhem só pra esta foto... Não é um sonho? Pra mim é coisa de outro mundo, desde que conheci o blog da Jacirinha sou leitora assídua e fico babando, literalmente, em tanto amor e carinho!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A mulher é simplesmente ma-ra-vi-lho-sa em tudo que faz gente!!! Desde então eu decidi: vou levar ela pro flickr, melhor ainda, por CriatEVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
E aí está... E agora. vê se pode!!! Estas coisas lindas são minhas gente, saiu hoje da casa dela e em breve vão chegar aqui neste fim de mundo onde, como eu sempre digo, o Judas perdeu as butinas!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Tô feliz, amigas, muito feliz!!!!
Mil e um Botões!!!
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Fiz comprinhasssssss!!! Botões fofos, uso em tudo!!!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Hino Independência
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Categoria 7 de setembro, pátria, projeto, projetos, semana da pátria

DAnças
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História dos Ritmos
Valsa
O compasso ternário como dança é muito antigo. Originária das danças tirolezas austríacas. Entretanto com o título de valsa somente aparece no Séc. XVII e se realiza nos bailados de óperas no Séc. XVIII. Chega ao seu apogeu no Séc. XIX, com as "Valsas Vienenses" estilizadas pelos músicos e compositores da famílias Strauss.
Veio para o Brasil nos fins do Séc. XVIII era conhecida "valsa figurada", trazida pelos portugueses. No Séc. XIX foi difundida e dançada a valsa de par com todas as pompas do Reino e do Império. Hoje, no sul do país a valsa ganhou seu estilo próprio, ritmo e dança. Adaptou-se aos costumes e maneiras do peão gaúcho.
Chotes
Dança de salão originária da Hungria. O "Schottisch" invadiu a França, Alemanha e Inglaterra no Séc. XIX.
Apareceu no Brasil no período Regencial e foi moda no Segundo Império. De norte a sul o chotes é uma dança muito popular, cantado ou somente em solo instrumental.
É dançado em pares com três passos comuns diferentes: um e um, dois e dois ou dois e um.
No Rio Grande do Sul, além dos passos comuns, dança-se o chotes marcado e também, principalmente, entre os descendentes da imigração açoriana, dançam o chotes afigurado sem limites de passos e figuras.
Em Santa Catarina também é dançado os passos comuns, chotes afigurado, chotes marcado e chotes contra-passo.
No Paraná, além dos passos comuns é mais dançado o chotes marcado, ou seja: uma marcação e um valseio de um em um passo.
Nas colônias de origem alemã e italiana dança-se chotes de carreirinha e chotes de quatro passos.
Milonga
Dança argentina ao som de guitarras muito popular no Uruguai de onde entrou para o Brasil. Hoje aculturada no pampa gaúcho, faz parte do acervo musical do sul brasileiro.
Rancheira
Dança de origem árabe. Trazida e estilizada na Argentina. No rio Grande do Sul o ritmo é mais vivo e a coreografia mais saltitante, estilo popular.
Vanera
Habanera ou Havanera - dança e canto popular originária de Havana - Cuba. Ritmo em 2/4 sendo o primeiro tempo forte e bem acentuado. Música popular em quase todos os países espano-americanos.
No Rio Grande do Sul foi muito usada pelas Bandas das colônias de imigração italiana. Nos campos, os gaiteiros gaúchos denominavam de "vanera" e fez deste ritmo o mais amplo repertório para animação de fandangos, bailantas e festas gauchescas.
Bugio
"BUGIU" de Bugio - ritmo gaúcho de origem muito remota - fins do Séc. XIX. Dança de peões com chinas indígenas, sob qualquer som musical da época. No início do Séc. XX já era dançado ao som de gaitas de botão, mas ainda como dança não social. Na década de 50 o bugiu foi requintado com arranjos de gaitas apianadas e na década de 60 passou a Ter letra própria enfocando a presença do macaco bugio no contexto da letra. Hoje o Bugiu é dança de salão e deu origem a grandes festivais como "Ronco do Bugiu" em São Francisco de Paula e "Querência do Bugiu" em São Francisco de Assis.
Categoria dia do gaúcho

Chimarrão
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LENDA DA ERVA MATE
Havia um velho índio da nação Guarani que já não poderia ir à floresta a fm de caçar e enfrentar o jaguar, e nem poderia ir à guerra, porque as pernas não mais o ajudavam.
O índio velho vivia, num canto da cabana. E era cuidado carinhosamente por uma filha solteira, bonita, que se chamava Yari. Certo dia, chegou um viajante que foi muito bem tratado pelo ansião guarani e por sua linda filha Yari. Na hora de dormir, Yari cantou como uma pomba rola, a fim de que o viajante repousasse no melhor dos sonos. Quando este despertou, grato, ao reiniciar a caminhada, confessou ser um emissário do Deus Tupã e quis oferecer como recompensa a seus hospedeiros o que este lhe pedissem, fosse o que fosse.
O velho guerreiro, pensando na filha, pediu que o mago lhe desse algo capaz de lhe restituir as forças, para que Yari, livre de lhe dar cuidados pudesse enfim casar, cobiçada como era pelos valentes da tribo. O enviado de Tupã entregou então ao velho índio,um rama da árvore de Caá, para o ancião tirar dele a seiva , beber em infusão de água e ficar forte de novo, o que aconteceu. E a Yari foi entregue a divindade dos ervais e o dom de protetora da raça Guarani. A bela donzela passou, então a ser chamada de Caá -Yari, a deusa da erva mate.
Categoria dia do gaúcho

Objetivos
Curta no facebook | Siga no twitterHino Rio Grandense
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Hino Rio Grandense
Como a aurora precursora,
do farol da divindade!
foi o Vinte de Setembro,
o precursor da liberdade!
Mostremos valor constância,
dessa ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas,
de modelo a toda terrra!
De modelo a toda terra,
sirvam nossas façanhas,
de modelo a toda terra!
Pois não basta pra ser livre,
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que nao tem virtude,
acaba por ser escravo!
Mostremos valor constância...
Categoria atividades, dia do gaúcho, Idéias, Poesia, projeto, projetos

Dicionário Gauchês
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Veja abaixo uma pequena relação de termos típicos falados comumente no Rio Grande do Sul.
Abichornado — aborrecido, envergonhado
Bombacha — calça típica do gaúcho, introduzida durante a Guerra do Paraguai por imigrantes turcos
China das vacarias — mulher pobre que trabalhava como empregada nas estâncias
Chiripá — tipo de vestimenta do homem pobre anterior à bombacha
CTG — sigla para Centro de Tradições Gaúchas
Estância — fazenda
Invernada — grupos de danças típicas que se apresentam em comemorações e eventos tradicionais
Mateada — antigamente, designava a reunião de peões para tomar chimarrão durante o transporte de gado. Hoje, é a denominação das festas tradicionais
Patrão — o dono da estância. Atualmente, também é usado para designar o presidente do CTG
Pachola — bonito, faceiro, é usado para definir um tipo de nó no lenço vermelho que os peões usam no pescoço
Peão — originalmente, essa palavra servia para nomear o empregado da estância. Hoje, é a forma genérica para o par da prenda
Pilcha — a roupa típica de peões e prendas
Prenda — a moça gaúcha, usando seu vestido tradicional de festa
Categoria atividades, dia do gaúcho, Idéias, projeto, projetos

Uma Estância na Sala
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Sugestões para utilizar a fazenda gaúcha em várias disciplinas
Matemática — trabalhe pesos e medidas usadas nessas propriedades e seus parâmetros de conversão para o sistema atual. Exemplo: hectares para metros quadrados.
Língua Portuguesa — estude vocabulário e linguajar típico.
Geografia — analise os tipos de solo, vegetação e clima das fazendas e as alterações no ambiente provocadas pela ocupação.
História — mostre como surgiram as estâncias, que tipo de mão-de-obra exploravam, qual foi seu papel em momentos decisivos, como a Revolução Farroupilha.
Ciências — elabore aulas sobre os animais cuja força de trabalho era explorada.
Arte — faça maquetes das principais estruturas da propriedade com materiais recicláveis.
Educação Física — use a corda, um elemento fundamental no cotidiano das fazendas, em brincadeiras folclóricas infantis.
Categoria atividades, dia do gaúcho, farroupilha, Idéias, projeto, projetos

Uma História
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Chimarrão em punho, bombacha, lenço vermelho no pescoço, bota de couro. A imagem do gaúcho se tornou conhecida no Brasil graças ao respeito que todos no Rio Grande do Sul dispensam às suas tradições e costumes — não só nos campos e nas cidades, mas também nas escolas. Para manter aceso o interesse das novas gerações, a Secretaria de Educação de Parobé, a 80 quilômetros de Porto Alegre, criou um projeto que leva lendas, vestuário, danças, pratos típicos e a história do Estado para dentro das salas de aula.
"A intenção é manter viva nossa maior riqueza usando-a para ensinar os conteúdos curriculares", explica Ludinara Scheffel, coordenadora do Folclore nas Escolas. O trabalho começou em 1998 para revitalizar o interesse pelo gauchismo na gurizada. "As tradições estavam se perdendo porque Parobé vinha recebendo muita gente de fora", explica Maria Helena Willers, secretária de Educação.
"Ensinar a cultura local ajuda o aluno a compreender melhor o país e o mundo", aprova Maura Dallan, consultora da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, órgão da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. Os Parâmetros Curriculares Nacionais recomendam atividades desse tipo e dão outra boa sugestão. Caso sua cidade ou região não tenha tantas tradições para explorar, inicie o trabalho com histórias familiares.
Pilchados para a mateada
Ludinara foi convidada a desenvolver as atividades por suas qualificações inquestionáveis: cria dos Centros de Tradições Gaúchas, ela foi prenda do Estado, uma espécie de "miss tradição". Ela conta que sempre estudou a história do Rio Grande do Sul e garante: "Conheço em detalhes as origens de roupas, comidas e expressões". O foco do trabalho era o Ensino Fundamental e o primeiro passo foi o ensino das danças típicas.
Hoje, graças ao projeto, é comum ver as ruas cheias de prendas e peões pilchados a caminho da escola nos dias de mateada. Ops! Se você também não entendeu nada, leia o glossário abaixo. "Começamos pelas danças porque acreditávamos que ela seria um chamariz para os jovens", diz Ludinara. "É o que eles mais gostam", confirma Maria Agoreti dos Santos, professora das turmas de 2ª e 3ª séries da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ana Maria Fay dos Santos.
Ao ver o interesse da turma pelos bailados, Régia Viviane Bruck enxergou uma oportunidade para melhorar o aprendizado de Matemática. "A contagem dos passos na Dança do Pezinho, por exemplo, ajuda a ensinar números pares e ímpares", revela. "Para os mais velhos, é possível ensinar porcentagem observando o desenvolvimento das duplas durante os ensaios."
O sucesso dos grupos — nas apresentações e nas notas — logo atraiu outros professores. "Utilizando o barracão, estrutura tradicional da estância, é possível ensinar, em História e Geografia, a colonização do Estado", exemplifica Claudecir Barbosa da Silva, que leciona para as turmas de 5ª a 8ª série na Escola Municipal de Ensino Fundamental João Muck.
Em Língua Portuguesa, Letícia Wichmann explorou lendas com a 5ª e a 6ª na Escola Municipal de Ensino Fundamental Jorge Fleck. "Transcrevemos as narrativas orais e os alunos criaram histórias em quadrinhos. Com isso, perceberam as diferenças de linguagem", destaca. "No processo, estudamos o vocabulário gaúcho e as diferenças com a língua falada no resto do país."
Categoria atividades, dia do gaúcho, Idéias, projeto, projetos

Um pouco sobre o Rio Grande
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Sigla: RS
Capital: Porto Alegre
Região: Sul
População: 10,1 milhões de habitantes
Área: 280,6 mil Km2
Quem nasce no estado do Rio Grande do Sul é... Gaúcho
Não pode faltar na mala
Um agasalho bem quentinho, pois é o estado mais ao sul do Brasil e conseqüentemente o mais frio. No inverno chega a nevar em alguns locais.
O que vemos pelo caminho
Com exceção da planície litorânea, o relevo é bastante acidentado com planaltos e depressões. Vemos montanhas, florestas, matas de araucária e campos ao sul.
Não deixe de visitar
As serras gaúchas como Gramado e Canela. As cidades jesuítas de São Borja e São Miguel. A Lagoa dos Patos. Bento Gonçalves, famosa pela cultura italiana.
Para se divertir
Prove o tradicional chimarrão, um chá feito de erva-mate, servido quente na cuia. Experimente o famoso churrasco gaúcho. Conheça Porto Alegre.
O que fazem por lá
São os maiores produtores de grãos do país e grandes criadores de gado bovino. Indústrias de calçados, derivados de petróleo e alimentos são algumas das mais expressivas.
Fique por dentro
O gaúcho possui uma vestimenta muito característica, conhecida também como traje dos Pampas, região que inclui o Uruguai e a Argentina. Trata-se de uma bombacha (calça de origem turca), poncho e lenço no pescoço.
Categoria atividades, dia do gaúcho, Idéias, projeto, projetos

PAP - Boneca Gueixa
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- Observe a sequência das dobraduras.
- Utilize metade de um papel 15 X 15 cm para o corpo.
- Use a outra metade dobrada ao meio para fazer as mangas.
- Faça o cabelinho com papel crepom.
- Faça também uma golinha branca, com uma tira de papel de cerca de 2 X 5 cm dobrada ao meio no sentido do comprimento. Espero que gostem!
Outras idéias:


Créditos: Origami e Arte.
Categoria atividades, centenários da imigração japonesa, Idéias, lembrancinhas, origami, projeto, projetos

Outras idéias
Curta no facebook | Siga no twitterTeatro de Sombras
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O Teatro de Sombras é uma técnica milenar Chinesa muito versátil, que despoleta em quem o vê pela primeira vez, sensações de deslumbramento e encantamento. Este género teatro de animação estendeu-se à Europa alguns anos mais tarde, deixando quem assiste muito curioso, face ao modo como ele está a ser realizado, sendo encarado por isso mesmo não só com um sorriso aberto, como também com um ar de curiosidade. Para além disto, esta técnica estimula a criatividade natural da criança, promovendo nesta o gosto pelo oposto entre a fantasia e a realidade. Este tipo de projecção de sombras é uma forma divertida de interligar a leitura de uma história à construção de personagens através do movimento das silhuetas e da própria dramatização (entoação), aplicada a história em si própria.Nos dias de hoje o teatro de sombras é uma das manifestações artísticas mais populares em diversas regiões do continente asiático.
- uma fonte luminosa
- uma tela (ou um lençol bem esticado)
- silhuetas para serem projectadas
No entanto, existe também as sombras realizadas através da expressão corporal de quem está a interpretar o teatro. Vamos fazer um cavalo?


Categoria atividade corporal, atividades sensoriais, centenários da imigração japonesa, Idéias, japão, projeto, projetos, psicomotricidade, tátil

Quadrinhas e rimas para apresentação
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Categoria atividades, datas comemorativas, educação infantil, escola, infantil, projeto, projeto dia dos pais, projetos, sala de aula

domingo, 1 de junho de 2008
O Kasato Maru
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O Kasato Maru era originalmente um navio russo chamado Kazan que foi utilizado como navio-hospital durante a Guerra Russo-Japonesa. No final da guerra, passou para os japoneses como indenização de guerra ou capturado. Foi adaptado para ser navio de passageiros e transportou os soldados que tinham combatido na Manchúria de volta para o Japão.
Em seguida, passou a ser utilizado para transporte de imigrantes japoneses para o Havaí, em 1906, e para o Peru e o México, em 1907.
Em 1908, trouxe o primeiro grupo oficial de imigrantes japoneses para o Brasil. A viagem começou no porto de Kobe e terminou, 52 dias depois, no Porto de Santos em 18 de Junho de 1908. Vieram 165 famílias (781 pessoas) que foram trabalhar nos cafezais do oeste paulista.
Alguns imigrantes japoneses chegaram ao Brasil antes do Kasato Maru, e até chegaram a fundar uma colônia agrícola na fazenda Santo Antônio, no atual município de Conceição de Macabu (então distrito de Macaé), no estado do Rio de Janeiro. Entretanto, foi a chegada deste primeiro grupo trazido pelo Kasato Maru que iniciou um fluxo contínuo de imigração de japoneses para o Brasil.
Depois de algum tempo, Kasato Maru foi transformado em navio cargueiro durante longos anos. Ainda voltou ao Brasil uma segunda e última vez, em 1917, transportando cargas a serviço da Osaka Sosen Kaisha (OSK) Line.
Em 1942, foi confiscado pelo governo japonês e passou a fazer parte da esquadra japonesa na Segunda Guerra Mundial como navio de apoio.
No dia 9 de agosto de 1945, foi bombardeado por três aviões russos das 11h15 às 14h30. Afundou a seguir no mar de Bering nas águas russas próximas da Península de Kamchatka. Está atualmente submerso a uma profundidade de 18 metros e em bom estado de conservação.
Pretende-se realizar uma expedição para recuperar algumas de suas peças como as duas âncoras, que pesam cerca de nove toneladas cada uma, o leme e o sino, para serem expostas em museus brasileiros. A Marinha brasileira se dispôs a participar da operação e aguarda autorização do governo russo.
Kasato Maru.
Imigrantes Japoneses desembarcando no Kasato Maru.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
ESPANTALHO
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Da Ingrid, o PAP está no Artesanato na Rede!!!
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Atividades com versos
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Categoria atividades, creche, datas comemorativas, dia dos pais, educação infantil, escola, infantil, maternal, mini maternal, projeto, projeto dia dos pais, projetos, sala de aula

O que o papai usa pra jogar?
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Categoria atividades, creche, datas comemorativas, dia dos pais, educação infantil, escola, infantil, maternal, mini maternal, projeto, projeto dia dos pais, projetos, sala de aula

A história
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No começo do século XX, o Brasil precisava de mão-de-obra estrangeira para as lavouras de café, enquanto o Japão, passava por um período de grande crescimento populacional. A economia nipônica não conseguia gerar os empregos necessários para toda população, então, para suprir as necessidades de ambos países, foi selado um acordo imigratório entre os governos brasileiro e japonês.
Nos primeiros dez anos da imigração, aproximadamente quinze mil japoneses chegaram ao Brasil. Este número aumentou muito com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Pesquisas indicam que de 1918 até 1940, aproximadamente 160 mil japoneses vieram morar em terras brasileiras. A maioria dos imigrantes preferiam o estado de São Paulo, pois nesta região já estavam formados bairros e até mesmo colônias com um grande número de japoneses. Porém, algumas famílias espalharam-se para outros cantos do Brasil como, por exemplo, agricultura no norte do Paraná, produção de borracha na Amazônia, plantações de pimenta no Pará, entre outras.
O começo da imigração foi um período difícil, pois os japoneses se depararam com muitas dificuldades. A língua diferente, os costumes, a religião ,o clima, a alimentação e até mesmo o preconceito tornaram-se barreiras à integração dos nipônicos aqui no Brasil. Muitas famílias tentavam retornar ao país de origem, porém, eram impedidas pelos fazendeiros, que as obrigavam a cumprir o contrato de trabalho, que geralmente era desfavorável aos japoneses. Mesmo assim, eles venceram estes problemas e prosperam. Embora a idéia inicial da maioria fosse retornar para a terra natal, muitos optaram por fazer a vida em solo brasileiro obtendo grande sucesso.
Durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os japoneses enfrentaram muitos problemas em território brasileiro. O Brasil entrou no conflito ao lado dos aliados, declarando guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão). Durante os anos da guerra a imigração de japoneses para o Brasil foi proibida e vários atos do governo brasileiro prejudicaram os japoneses e seus descendentes. O presidente Getúlio Vargas proibiu o uso da língua japonesa e as manifestações culturais nipônicas foram consideradas atitudes criminosas.
Com o término da Segunda Guerra Mundial, as leis contrárias à imigração japonesas foram canceladas e o fluxo de imigrantes para o Brasil voltou a crescer. Neste período, além das lavouras, muitos japoneses buscavam as grandes cidades para trabalharem na indústria, no comércio e no setor de serviços.
Atualmente, o Brasil é o país com a maior quantidade de japoneses fora do Japão. Plenamente integrados à cultura brasileira, contribuem com o crescimento econômico e desenvolvimento cultural de nosso país. Os japoneses trouxeram junto com a vontade de trabalhar, sua arte, costumes, língua, crenças e conhecimentos que contribuíram muito para o nosso país. Juntos com portugueses, índios, africanos, italianos, espanhóis, árabes, chineses, alemães e muitos outros povos, os japoneses formam este lindo painel multicultural chamado Brasil.
Atividades sobre o Japão
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Vamos contar até 10?
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terça-feira, 27 de maio de 2008
Idéias Juninas
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Mais idéias maravilhosas da Jacirinha!!!
Hiragana, Katakana e Kanjis
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O Hiragana tem 48 caracteres que representam cada um, uma sílaba. Para escrever uma palavra trissílaba (com três sílabas) em Hiragana, por exemplo, utilizam-se três caracteres. É o alfabeto mais utilizado no Japão.
O Hiragana tem 48 caracteres que representam cada um, uma sílaba. Para escrever uma palavra trissílaba (com três sílabas) em Hiragana, por exemplo, utilizam-se três caracteres. É o alfabeto mais utilizado no Japão.
O Katakana é muito semelhante ao Hiragana: também possui 48 caracteres que representam sílabas. Em ambos os alfabetos, cada caractere representa um som (como “ka”, a junção do som de “k” e a vogal “a”) . A principal diferença entre eles é que o Katakana é utilizado para escrever nomes de países, palavras de origens estrangeiras ou ocidentais e também nomes de produtos e onomatopéias.
Já os mais de 40 mil kanjis formam um alfabeto completamente diferente dos dois acima. Mais que um alfabeto, o Kanji é um conjunto de símbolos que representam idéias, conceitos, e podem ter mais de um significado. Apesar do número extenso de caracteres existentes, é necessário saber 1.945 deles para ser considerado alfabetizado no Japão (é o número de kanjis ensinado nas escolas). Portanto, pode ser que um japonês adulto e alfabetizado se depare com kanjis que não conheça ao longo de sua vida.
Assim, um kanji, ou ideograma, é uma “imagem pictográfica” do que se quer dizer. Então, a partir de um simples “radical” (um traço específico) pode-se decompor vários significados, o que torna o aprendizado mais simples. Por exemplo:
Os alfabetos japoneses tiveram origem no chinês e, assim, foram adaptados e transformados em Katakana, Hiragana e Kanji. Mesmo com a adaptação e o passar dos tempos (estima-se que o primeiro alfabeto japonês tenha surgido no século IV), ainda há muita semelhança entre caracteres chineses e japoneses.
Hiragana e Katakana - Como funcionam?
A forma de se escrever algumas palavras em japonês é bastante peculiar. Algumas letras comuns do alfabeto romano (o que utilizamos) como “V” e “L” não existem nem no Hiragana ou no Katakana. Assim, é comum ouvir japoneses trocando o “V” pelo “B” e o “L” pelo “R” na hora de falar (ex.: a palavra em inglês “vilan”, que significa vilão, seria dita “biran” por um japonês).
As vogais A, I, U, E, O (nesta ordem) e a consoante N podem ser representados por apenas um caractere tanto em Hiragana como em Katakana. Os demais caracteres dos dois alfabetos são representados por duas ou mais letras juntas, formando sílabas.
Veja alguns exemplos dos dois alfabetos abaixo:
Hiragana:
Katakana:
Estas são sílabas básicas da escrita japonesa. Existem ainda outras variações de sílabas, como “CHI” e “KYO”, ou mesmo sílabas como “DA” e “JI”.
Outra curiosidade do alfabeto japonês é a inexistência de encontros de consoantes como “BR” e “TR”, por exemplo. Por ser escrita (e falada) silabicamente, esses encontros consonantais acabam sendo decompostos em sílabas com vogais. A palavra “Bra-sil”, por exemplo, em japonês, vira “Bu-ra-ji-ro”. Além da decomposição de “BR”, o “S” com som de “Z”, no caso, é substituído pelo “J”.
Complicado, né? Não é à toa que existem japoneses que morrem velhos sem conseguir ler por completo um simples jornal diário. Mas isso acontece porque, além de serem a maneira de se comunicar por escrito dos japoneses, os kanjis e caracteres são como uma forma de arte no Japão. Sua escrita é delicada e exige até mesmo uma ordem correta para se desenhar os “traços”. Tudo isso é mantido ainda hoje na terra do sol nascente, com o objetivo de preservar essa cultura milenar tão apreciada no mundo todo.
Fonte: Brasil Escola
Categoria adaptação escolar, centenários da imigração japonesa, Idéias, japão, projeto, projetos

Alfabeto Japonês
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Lembrancinha Japonesa
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