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segunda-feira, 8 de junho de 2015

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07 dicas para trabalhar com alunos especiais

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Oi gente!

Aí estão 07 Dicas para auxiliar você em suas aulas com alunos especiais... 

Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, resolvemos postar algumas dicas que vão te ajudar, tome nota!
O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas.
  1. Para culinária – use massas congeladas e deixe-os decorarem os biscoitos. Use receitas com ingredientes simples que eles gostem – pizza, torta, massas, legumes.
  2. Para artes – selecione projetos que encorajem formas livres, como argila, pintura com os dedos, pastéis e colagens. A chave é a participação e exploração dos materiais.
  3. Para ciências – atenha-se ao básico, como água, plantas, animais, veículos, segurança e saúde. Estes são fatores no ambiente dos estudantes. Eles freqüentemente precisam de auxílio para aprender como enfrentar e interagir. As escolhas do currículo devem ser significativas para a sua vida diretamente.
  4. Para música – Use a musicoterapia, canções, dança e ritmo par a criar uma atmosfera pacífica e feliz. Escolha canções com um tema positivo.
  5. Para estudos Sociais – Olhe mapas. Tenha convidados de outras nações que façam palestras. Concentre-se na comunidade e como interagimos em nossa comunidade local, nacional e global.
  6. Para viagens ao campo – mantenha-as simples, seguras e bem supervisionadas. Tente torná-las uma extensão de sua zona de segurança. Encontre recursos com programas simples, organizados.
  7. Para geografia - as crianças podem exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.
Créditos: Como fazer tudo.

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Cuidados diferentes para cada deficiência

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Oi gente!!!

Estou postando algumas dicas que serão muito úteis para trabalhar com alunos especiais, cuidados diferenciados para cada tipo de deficiência.


Na educação inclusiva não se espera que a pessoa com deficiência se adapte à escola, mas que esta se transforme de forma a possibilitar a inserção daquela. Para isso, algumas orientações são úteis. As que estão a seguir mesclam informações do kit Escola Viva, criado pelo MEC em conjunto com a associação Sorri Brasil, com indicações elaboradas pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. Vale lembrar que os serviços de apoio não substituem o professor da escola regular. Vamos as Dicas?
  1. Deficiência Auditiva
  2. Deficiência Visual
  3. Alunos com Baixa Visão
  4. Deficiência Física
  5. Deficiência Mental
Créditos para Nova Escola e DV e Pedagogia.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

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Adaptação Escolar do aluno Especial

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Oi pessoal!

As alterações do comportamento adaptativo em crianças especiais mais comuns podem ser: • gritos constantes ou freqüentes, choros sem causa aparente, • risos ou gargalhadas repentinos sem causa aparente, • agressões dirigidas ao professor, a outro aluno ou a si mesmo, • recusar-se a ir à escola ou entrar na sala de aula...

A primeira regra, de caráter geral, para enfrentar as alterações de comportamento adaptativo é:
  • Reforçar sempre o comportamento adequado e nunca reforçar o comportamento inadequado;
  • Não reforçar o comportamento inadequado representa ignorá-lo, mas existem várias maneiras de fazê-lo, e existem também exceções.
  • Se o aluno começar a gritar, é preciso observar se existem condições para ignorá- lo ou se ele deve ser conduzido a algum lugar onde não atrapalhe os outros alunos;
  • Se o aluno tem hábitos destrutivos, não pode ser apenas ignorado. O professor deverá redirecioná-lo para o trabalho sem dizer uma única palavra. Não deve tentar explicar nada ao aluno, porque mesmo inteligente, não compreenderá toda a explicação, até por estar contrariado por ter sido interrompido, e muito provavelmente a explicação será um reforço para este ou outros comportamentos indesejáveis;
  • Se o aluno arremessou objetos ou materiais, a primeira idéia do professor é fazer com que o próprio aluno recolha o que jogou. Nem sempre isso funciona, pois é possível que o aluno recolha tudo e ao terminar esteja mais alterado que no início, jogando tudo novamente para o alto. Na dúvida, o professor pode redirecionar a atenção do aluno para o trabalho e pedir a alguém que recolha os materiais;
  • Se o aluno está alterado ao ponto de não conseguir sua atenção, o professor deve acalmá-lo, sentando-se junto dele, colocando as mãos suavemente sobre ele e apenas esperar. O professor deve manter-se em silêncio, ou apenas sussurrar poucas palavras como “calma, estou aqui”, uma única vez. Aos poucos, ao sentir o aluno mais calmo, o professor pode fazer uma nova tentativa e conduzi-lo ao trabalho.
Baixe o livro completo AQUI.

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terça-feira, 5 de agosto de 2014

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Incluindo Alunos com Síndrome de Down

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Oie pessoal!

Sei que muitos de vão achar a ideia de incluir alunos com SD em suas classes preocupante e vão ficar apreensivos a princípio. Porém, a experiência demonstra que a maioria dos professores têm as ferramentas necessárias para entender as necessidades específicas destas crianças e são capazes de ensiná-los efetivamente e com sensibilidade.


Estou postando um lindo projeto para ajudar a todos que vão trabalhar com estas crianças tão especiais... Baixe o seu PROJETO AQUI.

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

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Pablo Henrique - Um menino mais que especial

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Oi gente!!!

Este post é sobre vencer obstáculos!!! Hoje eu quero falar sobre algo que a maioria das pessoas não imagina o quanto é importante: ter e conviver com uma criança especial em casa... o quanto podemos aprender com os portadores de necessidades especiais, principalmente as crianças. Às vezes estamos tão presos à perfeição das formas físicas e aos aspectos materiais que nos esquecemos de observar a riqueza oculta na sua essência. Quero aqui falar sobre Pablo Henrique, um garoto maravilhoso da minha cidade, especial e muito, muito talentoso... 
Pablo pintando uma tela, usando o pincel com os pés.
Pablo Henrique sempre foi INCRÍVEL e muito inteligente desde pequeno, todo mundo percebia... agora que já está um rapazinho, ele faz incríveis pinturas usando os pincéis com os pés!!! Já viajou pelo Brasil mostrando seu trabalho e venceu campeonatos!!! Um verdadeiro orgulho pra sua mãe, família e todos que o conhecem! Abaixo uma das pinturas de Pablo, com ela ele disputou o Regional, Estadual e Nacional...
Obra de Pablo Henrique que ele disputou vários campeonatos.
Oura obra de Pablo, O Tuiuiú, trabalho perfeito!
O Tuiuiú, de Pablo Henrique, uma verdadeira obra de arte! 
Quem tem o privilégio de trabalhar com crianças especiais, ou melhor ainda, ter um desses anjos em sua casa como membros de sua família, sabe do que estou falando... Elas podem aprender e ensinar muito! Assista a seguir um vídeo sobre o Pablo Henrique, você vai se surpreender!


Crianças como o Pablo, nos ensinam que a alegria de viver, a força interior, a determinação, a vontade de ser feliz e que a capacidade de adaptação é possível!!! Cada obstáculo vencido na busca da realização de um objetivo, por mais simples que pareça, é uma grande, grande vitória!!! 

Parabéns ao Pablo, fica aqui a homenagem do Gente Miúda!

♫ 'Tantos records você pode quebrar... 
as barreiras você pode ultrapassar e vencer!' ♪

Deixe seu recadinho para o Pablo!!!

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

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10 Dicas para trabalhar com Educação Especial

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Oi!!!

Estamos com este post começando uma série de postagens que tratarão sobre assuntos relacionados a Educação Especial... tudo para deixar suas aulas mais dinâmicas e atrativas com esta turminha pra lá de especial!

Como planejamos atividades para uma educação especial ou estudantes de uma sala de recursos? Como em qualquer consideração na educação de necessidades especiais, é essencial entender o que são estas necessidades especiais. Os estudantes têm dificuldades físicas ou emocionais? Há estudantes incapazes quanto ao desenvolvimento? Visão ou audição prejudicada? Podemos então basear nossas atividades em torno das necessidades. Aqui estão algumas considerações gerais, seguidas depois por outras mais específicas. Vamos aos tópicos:
  1. Seja atento aos fatores estressantes únicos que seus estudantes com necessidades especiais enfrentam. O que poderia parecer divertido para um estudante comum pode ser aterrorizante para um estudante autista.
  2. Monitore a estimulação sensorial: novos sons, aromas, sabores e toques.
  3. Mudanças são muito difíceis para muitos estudantes com necessidades especiais. Sua zona de conforme é estreita; novidades podem sem muito intimidantes. Assegure-os de sua segurança pessoal.
  4. Limite as variáveis no ambiente. Muitos estudantes sofrem de sobrecarga sensorial, então, mantenha as coisas tão consistentes quanto possível. Mesmo ir a aulas como arte ou música pode ser traumático.
  5. Esteja preparado para períodos difíceis, sendo calmo e consistente. Isto estruturará a confiança de seus alunos em situações novas.
  6. Discuta opções com os alunos. Muitas vezes uma criança com necessidades especiais só consegue ver uma opção – “bater ou correr”. Faça sessões de brainstorm com eles sobre o que fazer quando se sentem em perigo (pedir ajuda a um adulto, entrar em um corredor, etc).
  7. Complete suas ações alertando outros integrantes da equipe ou adultos sobre os planos do aluno.
  8. Seja franco com seus outros alunos, especialmente os “normais”. Explique a situação e assegure a eles que serão mantidos seguros. Fale a eles sobre como interagir com alunos com necessidades especiais.
  9. Quando selecionar atividades, fale com seus alunos. Pergunte como se sentem e o que apreciariam. Esta tende a ser uma boa hora para uma lição de linguagem. Escreva seus pensamentos no quadro, Use um quadro SQA se eles puderem fazer isto (S – o que eu sei sobre o que estamos fazendo, Q – o que eu quero aprender, A – o que eu aprendi). O quadro é encerrado após a atividade.
  10. Para atividades dentro de sala de aula, opte pelo simples em vez do complicado. Este conselho aplica-se a todos os alunos. Eles têm uma oportunidade maior de êxito. A maior meta para a maioria das atividades é interação positiva em geral e comunicação, juntamente com exposição a novas coisas.
Créditos: Como fazer tudo.
Como trabalhar com educação especial

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

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Como organizar uma classe especial

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Oi pessoal!

Resumimos abaixo as principais questões da organização da sala especial. Espero que seja útil para quem vai trabalhar o tema este ano.

Aprendizado
  • A situação de aprendizado ocorre em uma mesa para duas pessoas, na qual professor e aluno geralmente sentam-se um em frente ao outro.
  • A mesa e os materiais devem estar organizados de forma que o aluno compreenda com facilidade o que deve fazer.
  • Antes de dar as instruções, o professor deve certificar-se de que o aluno esteja o mais atento possível. A hierarquia de instruções pode ser a seguinte: Comunicação visual, ou seja, a organização dos materiais por si só fornece a indicação do que deve ser feito. Apoio verbal, instrua verbalmente o aluno de forma clara e concisa. Demonstração, se o aluno não compreendeu a proposta de trabalho por meio da organização dos materiais e do apoio verbal, você deve executar a atividade na frente dele, devagar e com clareza, e verificar se depois disso ele tenta executar a tarefa. Por último, se as opções anteriores tiverem falhado, apoie o aluno na execução correta da tarefa.
  • O professor deve utilizar a linguagem no nível de compreensão da criança e utilizar a comunicação verbal mínima necessária para cada situação de aprendizado.
  •  O professor deve estar atento para não permitir que o aluno responda de forma incorreta, indicando e apoiando sempre que necessário.
  • O professor deve reagir de maneira consistente a problemas de comportamento do aluno, evitando, sempre que possível, que esses problemas apareçam.
  • O professor deve preocupar-se em deixar à disposição de cada aluno recursos por meio dos quais ele possa pedir ajuda.
Trabalho independente
  • A sala deve ser organizada e identificada de modo que o aluno possa dirigir-se sozinho ao local de trabalho independente;
  • A sala deve ser organizada de forma que o professor possa visualizar com facilidade todos os alunos que estão executando, em suas mesas, um trabalho independente;
  • As atividades de trabalho independente devem estar disponíveis ao lado das áreas de trabalho (sempre à esquerda). Para isso, muitas vezes, coloca-se uma pequena estante ou mesa mais estreita aonde possam ser colocadas as atividades que vão ser executadas pelo aluno;
  • A mesa de trabalho independente muitas vezes é colocada em frente a uma parede por dois motivos: eliminar todos os fatores que possam desviar a atenção do aluno e permitir que se fixe um painel na parede, sempre que for compreensível para o aluno, que indique as atividades que vão ser executadas, a ordem de execução e para onde o aluno deve dirigir-se ao terminar a execução das atividades propostas;
  • Cada aluno da sala de aula pode ter uma mesa de trabalho independente ou pode passar mais de um aluno por uma mesma mesa. Nesse caso, o painel em frente à mesa, se houver, poderá ter uma linha de fotos para cada aluno. Essa linha, terá a foto do aluno e as atividades que ele deverá executar;
  • Quando possível, os materiais devem estar em um local centralizado com informações para que os alunos possam localizá-las;
  • Devem existir indicações claras de onde colocar a tarefa depois de terminada.
O descanso
  • O local de descanso deve ser distinto do das áreas de trabalho, e facilmente identificável;
  • O descanso corresponde ao intervalo entre os trabalhos realizados. O professor deve identificar o melhor tempo de trabalho e de descanso para cada aluno;
  • Não é permitido ao aluno deitar no chão, destruir materiais, ou invadir o espaço de outro aluno, no espaço de descanso;
  • Sempre que possível, os brinquedos disponíveis no descanso devem estar fora do alcance da criança, que deve dispor de meios para pedir que alguém pegue pra ela o brinquedo desejado.
A rotina diária
  • Deve ser organizada de forma a ser adequada para cada aluno;
  • Deve estar clara para o professor e ser claramente comunicada para cada aluno.



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