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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

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Musiquinha Terra do Sol Nascente

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Oi Gente!
Achei simplesmente uma graça esta musiquinha Terra do Sol Nascente, AGORA COM LINK PRA BAIXAR! É isto mesmo, levou a tarde toda mas descobri como gravar, para atender a alguns pedidos... rs... desculpem se o áudio não estiver muito bom. Música do Maurício de Souza, e está no site da Abril.
Terra do Sol Nascente
Maurício de Souza

Bem distante no oriente,
Tem a Terra do Sol Nascente!
Lá é o Japão, que com sua tradição,
Nos parece muito diferente!

Quando lá é noite aqui é dia!
Comem peixe cru com alegria!
Mas esqueça a diferença,
E abre o coração!
E você vai ver mais um irmão!









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segunda-feira, 2 de junho de 2008

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Outras idéias

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Teatro de Sombras

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O Teatro de Sombras é uma técnica milenar Chinesa muito versátil, que despoleta em quem o vê pela primeira vez, sensações de deslumbramento e encantamento. Este género teatro de animação estendeu-se à Europa alguns anos mais tarde, deixando quem assiste muito curioso, face ao modo como ele está a ser realizado, sendo encarado por isso mesmo não só com um sorriso aberto, como também com um ar de curiosidade. Para além disto, esta técnica estimula a criatividade natural da criança, promovendo nesta o gosto pelo oposto entre a fantasia e a realidade. Este tipo de projecção de sombras é uma forma divertida de interligar a leitura de uma história à construção de personagens através do movimento das silhuetas e da própria dramatização (entoação), aplicada a história em si própria.
Nos dias de hoje o teatro de sombras é uma das manifestações artísticas mais populares em diversas regiões do continente asiático.
Material necessário para a realização do teatro de sombras:
  • uma fonte luminosa
  • uma tela (ou um lençol bem esticado)
  • silhuetas para serem projectadas

No entanto, existe também as sombras realizadas através da expressão corporal de quem está a interpretar o teatro. Vamos fazer um cavalo?


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domingo, 1 de junho de 2008

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O Kasato Maru

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Kasato Maru — foi o navio que, em 1908, transportou o primeiro grupo de imigrantes japoneses vinculados ao acordo estabelecido entre o Brasil e o Japão.

O Kasato Maru era originalmente um navio russo chamado Kazan que foi utilizado como navio-hospital durante a Guerra Russo-Japonesa. No final da guerra, passou para os japoneses como indenização de guerra ou capturado. Foi adaptado para ser navio de passageiros e transportou os soldados que tinham combatido na Manchúria de volta para o Japão.

Em seguida, passou a ser utilizado para transporte de imigrantes japoneses para o Havaí, em 1906, e para o Peru e o México, em 1907.

Em 1908, trouxe o primeiro grupo oficial de imigrantes japoneses para o Brasil. A viagem começou no porto de Kobe e terminou, 52 dias depois, no Porto de Santos em 18 de Junho de 1908. Vieram 165 famílias (781 pessoas) que foram trabalhar nos cafezais do oeste paulista.

Alguns imigrantes japoneses chegaram ao Brasil antes do Kasato Maru, e até chegaram a fundar uma colônia agrícola na fazenda Santo Antônio, no atual município de Conceição de Macabu (então distrito de Macaé), no estado do Rio de Janeiro. Entretanto, foi a chegada deste primeiro grupo trazido pelo Kasato Maru que iniciou um fluxo contínuo de imigração de japoneses para o Brasil.

Depois de algum tempo, Kasato Maru foi transformado em navio cargueiro durante longos anos. Ainda voltou ao Brasil uma segunda e última vez, em 1917, transportando cargas a serviço da Osaka Sosen Kaisha (OSK) Line.

Em 1942, foi confiscado pelo governo japonês e passou a fazer parte da esquadra japonesa na Segunda Guerra Mundial como navio de apoio.

No dia 9 de agosto de 1945, foi bombardeado por três aviões russos das 11h15 às 14h30. Afundou a seguir no mar de Bering nas águas russas próximas da Península de Kamchatka. Está atualmente submerso a uma profundidade de 18 metros e em bom estado de conservação.

Pretende-se realizar uma expedição para recuperar algumas de suas peças como as duas âncoras, que pesam cerca de nove toneladas cada uma, o leme e o sino, para serem expostas em museus brasileiros. A Marinha brasileira se dispôs a participar da operação e aguarda autorização do governo russo.
Algumas fotos históricas. Clique para ampliar e ver melhor os detalhes.
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Kasato Maru.

Imigrantes Japoneses desembarcando no Kasato Maru.

Imigrantes Japoneses colhendo café.

Família de imigrantes.

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

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A história

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Foi em 18 de junho de 1908, que chegou ao porto de Santos o Kasato Maru, navio que trouxe 165 famílias de japoneses. A grande parte destes imigrantes era formada por camponeses de regiões pobres do norte e sul do Japão, que vieram trabalhar nas prósperas fazendas de café do oeste do estado de São Paulo.

No começo do século XX, o Brasil precisava de mão-de-obra estrangeira para as lavouras de café, enquanto o Japão, passava por um período de grande crescimento populacional. A economia nipônica não conseguia gerar os empregos necessários para toda população, então, para suprir as necessidades de ambos países, foi selado um acordo imigratório entre os governos brasileiro e japonês.

Nos primeiros dez anos da imigração, aproximadamente quinze mil japoneses chegaram ao Brasil. Este número aumentou muito com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Pesquisas indicam que de 1918 até 1940, aproximadamente 160 mil japoneses vieram morar em terras brasileiras. A maioria dos imigrantes preferiam o estado de São Paulo, pois nesta região já estavam formados bairros e até mesmo colônias com um grande número de japoneses. Porém, algumas famílias espalharam-se para outros cantos do Brasil como, por exemplo, agricultura no norte do Paraná, produção de borracha na Amazônia, plantações de pimenta no Pará, entre outras.

O começo da imigração foi um período difícil, pois os japoneses se depararam com muitas dificuldades. A língua diferente, os costumes, a religião ,o clima, a alimentação e até mesmo o preconceito tornaram-se barreiras à integração dos nipônicos aqui no Brasil. Muitas famílias tentavam retornar ao país de origem, porém, eram impedidas pelos fazendeiros, que as obrigavam a cumprir o contrato de trabalho, que geralmente era desfavorável aos japoneses. Mesmo assim, eles venceram estes problemas e prosperam. Embora a idéia inicial da maioria fosse retornar para a terra natal, muitos optaram por fazer a vida em solo brasileiro obtendo grande sucesso.

Durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os japoneses enfrentaram muitos problemas em território brasileiro. O Brasil entrou no conflito ao lado dos aliados, declarando guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão). Durante os anos da guerra a imigração de japoneses para o Brasil foi proibida e vários atos do governo brasileiro prejudicaram os japoneses e seus descendentes. O presidente Getúlio Vargas proibiu o uso da língua japonesa e as manifestações culturais nipônicas foram consideradas atitudes criminosas.

Com o término da Segunda Guerra Mundial, as leis contrárias à imigração japonesas foram canceladas e o fluxo de imigrantes para o Brasil voltou a crescer. Neste período, além das lavouras, muitos japoneses buscavam as grandes cidades para trabalharem na indústria, no comércio e no setor de serviços.

Atualmente, o Brasil é o país com a maior quantidade de japoneses fora do Japão. Plenamente integrados à cultura brasileira, contribuem com o crescimento econômico e desenvolvimento cultural de nosso país. Os japoneses trouxeram junto com a vontade de trabalhar, sua arte, costumes, língua, crenças e conhecimentos que contribuíram muito para o nosso país. Juntos com portugueses, índios, africanos, italianos, espanhóis, árabes, chineses, alemães e muitos outros povos, os japoneses formam este lindo painel multicultural chamado Brasil.

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Atividades sobre o Japão

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Clique para ampliar e ver melhor os detalhes e imprimir!

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Vamos contar até 10?

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Vamos contar até 10 em japonês?
iti ni san shi gô roku shiti hati kyo dyu
Tente com seus alunos!

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terça-feira, 27 de maio de 2008

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Hiragana, Katakana e Kanjis

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O Hiragana tem 48 caracteres que representam cada um, uma sílaba. Para escrever uma palavra trissílaba (com três sílabas) em Hiragana, por exemplo, utilizam-se três caracteres. É o alfabeto mais utilizado no Japão.

O Hiragana tem 48 caracteres que representam cada um, uma sílaba. Para escrever uma palavra trissílaba (com três sílabas) em Hiragana, por exemplo, utilizam-se três caracteres. É o alfabeto mais utilizado no Japão.

O Katakana é muito semelhante ao Hiragana: também possui 48 caracteres que representam sílabas. Em ambos os alfabetos, cada caractere representa um som (como “ka”, a junção do som de “k” e a vogal “a”) . A principal diferença entre eles é que o Katakana é utilizado para escrever nomes de países, palavras de origens estrangeiras ou ocidentais e também nomes de produtos e onomatopéias.

Já os mais de 40 mil kanjis formam um alfabeto completamente diferente dos dois acima. Mais que um alfabeto, o Kanji é um conjunto de símbolos que representam idéias, conceitos, e podem ter mais de um significado. Apesar do número extenso de caracteres existentes, é necessário saber 1.945 deles para ser considerado alfabetizado no Japão (é o número de kanjis ensinado nas escolas). Portanto, pode ser que um japonês adulto e alfabetizado se depare com kanjis que não conheça ao longo de sua vida.

Assim, um kanji, ou ideograma, é uma “imagem pictográfica” do que se quer dizer. Então, a partir de um simples “radical” (um traço específico) pode-se decompor vários significados, o que torna o aprendizado mais simples. Por exemplo:

Os alfabetos japoneses tiveram origem no chinês e, assim, foram adaptados e transformados em Katakana, Hiragana e Kanji. Mesmo com a adaptação e o passar dos tempos (estima-se que o primeiro alfabeto japonês tenha surgido no século IV), ainda há muita semelhança entre caracteres chineses e japoneses.

Hiragana e Katakana - Como funcionam?

A forma de se escrever algumas palavras em japonês é bastante peculiar. Algumas letras comuns do alfabeto romano (o que utilizamos) como “V” e “L” não existem nem no Hiragana ou no Katakana. Assim, é comum ouvir japoneses trocando o “V” pelo “B” e o “L” pelo “R” na hora de falar (ex.: a palavra em inglês “vilan”, que significa vilão, seria dita “biran” por um japonês).

As vogais A, I, U, E, O (nesta ordem) e a consoante N podem ser representados por apenas um caractere tanto em Hiragana como em Katakana. Os demais caracteres dos dois alfabetos são representados por duas ou mais letras juntas, formando sílabas.

Veja alguns exemplos dos dois alfabetos abaixo:

Hiragana:



Katakana:

Estas são sílabas básicas da escrita japonesa. Existem ainda outras variações de sílabas, como “CHI” e “KYO”, ou mesmo sílabas como “DA” e “JI”.

Outra curiosidade do alfabeto japonês é a inexistência de encontros de consoantes como “BR” e “TR”, por exemplo. Por ser escrita (e falada) silabicamente, esses encontros consonantais acabam sendo decompostos em sílabas com vogais. A palavra “Bra-sil”, por exemplo, em japonês, vira “Bu-ra-ji-ro”. Além da decomposição de “BR”, o “S” com som de “Z”, no caso, é substituído pelo “J”.

Complicado, né? Não é à toa que existem japoneses que morrem velhos sem conseguir ler por completo um simples jornal diário. Mas isso acontece porque, além de serem a maneira de se comunicar por escrito dos japoneses, os kanjis e caracteres são como uma forma de arte no Japão. Sua escrita é delicada e exige até mesmo uma ordem correta para se desenhar os “traços”. Tudo isso é mantido ainda hoje na terra do sol nascente, com o objetivo de preservar essa cultura milenar tão apreciada no mundo todo.

Fonte: Brasil Escola

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Alfabeto Japonês

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Se você acha difícil aprender normas e regrinhas do português, imagina então os japoneses, que têm de aprender a falar a língua e escrevê-la de três maneiras diferentes. Isso porque há três maneiras de se escrever o japonês, em Hiragana, Katakana e o Kanji. Esses três alfabetos são utilizados para se comunicar no Japão e cada um tem suas peculiaridades.
Os alfabetos japoneses tiveram origem no chinês e, assim, foram adaptados e transformados em Katakana, Hiragana e Kanji. Mesmo com a adaptação e o passar dos tempos (estima-se que o primeiro alfabeto japonês tenha surgido no século IV), ainda há muita semelhança entre caracteres chineses e japoneses.

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Lembrancinha Japonesa

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Algumas idéias para lembrancinha sobre a Cultura Japonesa. Imagens retiradas de vários sites da internet, se você é o autor de alguma delas, pode reclamar seu direito que dou os créditos.

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Maquiagem Japonesa

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MAQUIAGEM ORIENTAL

Use um delineador líquido na pálpebra superior (estique bem a pálpebra pra fazer o traço, isso evita que o traço borre) e use um delineador bastão embaixo, por dentro do olhos (normalmente não use rímel pois eles abrem os olhos). Pra fazer a sombra use tons de marrom escuro, tente fazer um esfumaçado a partir do canto do olho, num traço finíssimo e não muito longo. Na boca, um batom super-hiper-vermelho sem brilho. O blush você aplica abaixo da maçãs do rosto, na diagonal, como se estivesse afinando o rosto. Use corretivo pra tampar olheiras e imperfeições e base no tom da pele, com pó compacto logo em seguida.
Outra sugestão de sombra é você comprar uma sombra em pó vermelha (a marca contém 1g tem) e fazer um retângulo a partir do começo do seu olho até o final da sombrancelha, fazendo o mesmo passo com delineador como anteriormente.

MAQUIAGEM DE GUEIXA
Se você quer uma maquiagem de Gueixa, depois de passar a base, o corretivo e o pó compacto, passe pó de arroz em todo o rosto, faça o contorno na palpebra superior como citado acima, e, abaixo da pálpebra inferior, você faz uma pequena bolinha preta bem no centro dos olhos e apenas um pequeno risco vermelho acima dos olhos onde está o contorno. Na boca, batom vermelho novamente, mas com o diferencial: que você não vai passar na boca inteira, e sim, apenas no meio (vai ficar como um coraçãozinho) não passe e blush e está pronto!

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Mangás para Colorir

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Mangás

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O mangá ou manga é a palavra usada para designar as histórias em quadrinhos japonesas, o seu estilo próprio de desenho e o movimento artístico relacionado. No Japão designa quaisquer histórias em quadrinhos. Vários mangás dão origem a animes para exibição na televisão, em vídeo ou em cinemas, mas também há o processo inverso em que os animes tornam-se uma edição impressa de história em sequência ou de ilustrações.
Veja alguns desenhos em estilo mangá para Colorir aqui.



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O Dragão

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  1. Pinte dois copos de papel de verde e dois de laranja.
  2. Use cola para colar os fundos juntos. Depois de secar por alguns minutos, o corpo do Dragão está pronto!
  3. Desenhe a cabeça do Dragão no papel verde e recorte. Desenhe o nariz as orelhas e os olhos no papel vermelho e a língua no papel laranja. Desenhe 5 dentes e um pequeno círculo no papel branco. Recorte todas essas formas e cole na cabeça do dragão conforme o modelo. Desenhe a linha nos olhos do dragão em preto. Use Power Pritt para colar a cabeça do dragão no primeiro copo de papel.

Fonte: Pritt World

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Trabalhando com Sucata

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GUEIXA COM SUCATA,


Vamos fazer? Com potinho de danone e bolinha de isopor, faça várias personagens com seus alunos em sala de aula, eles vão amar! Aproveite e crie outros personagens também!



JAPONESES EM ORIGAMI















Simples e fica uma graça não é verdade?









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